sábado, 29 de novembro de 2008

Onde pára?

Somos bem pequenos...
...quando penso que entendi, o castelo vem abaixo...
...quando atrevo a falar, sou podado...
...meus dias estão contados, muitos já carimbados...
...ainda assim, eu vejo, eu ando, prossigo (quase) amando!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008


"Hoje eu acordei mais cedo
Tomei sozinho o chimarrão
Procurei a noite na memória... procurei em vão
Hoje eu acordei mais leve (nem li o jornal)
Tudo deve estar suspenso... nada deve pesar
Já vivi tanta coisa, tenho tantas a viver
Tô no meio da estrada e nenhuma derrota vai me vencer
Hoje eu acordei livre: não devo nada a ninguém
Não há nada que me prenda
Ainda era noite, esperei o dia amanhecer
Como quem aquece a água sem deixar ferver
Hoje eu acordei, agora eu sei viver no escuro
Até que a chama se acenda
Verde... quente... erva... ventre... dentro... entranhas
Mate amargo noite adentro estrada estranha
Nunca me deram mole, não (melhor assim)
Não sou a fim de pactuar (sai pra lá)
Se pensam que tenho as mãos vazias e frias (melhor assim)
Se pensam que as minhas mãos estão presas (surpresa)
Mãos e coração, livres e quentes: chimarrão e leveza
... ilex paraguariensis...... ilex paraguariensis..."
Engenheiros do Hawai

Dou meu bom dia para a Vida, alguém gostaria de caminhar comigo?

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Dias nublados são foda!

Hoje eu acordei com sono. Ou seria sede?! Figuras esculturadas no lençol lembravam a serra em que nunca morei, com o lago, o barco e a casinha de madeira que ninguém construiu. Meu pé ainda dormente depois da última, me lembrou do Matine, dos passeios, do pasto, a água caindo... onde estariam os discos? As asas? Haveria música? Talvez... mas me contive, todos esperavam a companhia para o café. Vesti meu pijama, sonhei, dormindo outra vez, quem sabe onde iria acordar... talvez no seu quarto, mas só desta vez, só mais esta vez...